Cartas a hipermercados (em actualização)

Deixem as vossas ideias (outros temas e/ou formatos de carta) e comentários

Bom dia

Sendo um consumidor preocupado com a proveniência dos produtos, a sua manipulação e produção, fico algo preocupado ao não saber de onde vêm produtos das vossas marcas brancas. Sabendo que existem multinacionais que não cumprem as mais básicas normas éticas e já as ter banido dos meus hábitos de consumo, não sei se as estou a adquirir e inconscientemente ser cúmplice da escravatura, exploração de povos, assassínio de abelhas, disseminação de doenças entre outras.
Um dos produtos de marca branca que consumo, são chocolates, sem os quais também irei passar bem, caso a resposta não seja de acordo com o que gostaria. Seria importante e transparente informar os consumidores da proveniência e produção desses …

Contactos

—E-MAIL

Makro: isabel.caeiro@makro.pt (Comunicação Corporativa e Relações Públicas – Isabel Caeiro)
Jumbo/Auchan: infojumbo@auchan.pt
Jumbo: contacto@jumbo.pt
Pingo Doce: cliente@pingodoce.pt
MiniPreço: info@minipreco.pt
E-Leclerc: geral@loresidis.pt
Intermarché: apoioconsumidorportugal@mousquetaires.com

—FORMULÁRIO
MINIPREÇO-http://www.minipreco.pt/institucional/contactos/
CONTINENTE- http://www.continente.pt/…/generic/pages/Contacts.aspx
PINGO DOCE- http://www.pingodoce.pt/pt/servico-de-apoio-ao-cliente/

—TELEFONE
LIDL- http://www.lidl.pt/cps/rde/xchg/lidl_pt/hs.xsl/5498.htm

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Campanha e-mails (prazo alargado até dia 11 de Dezembro) / Emailing campaign (deadline until 11th of December)

CAMPANHA E-MAILS (PRAZO ALARGADO)

O prazo para a discussão da lei das sementes no Parlamento Europeu foi alargado, pelo que temos mais alguns dias para sensibilizar os deputados portugueses envolvidos na discussão, leiam a missiva a enviar, na qual estão explicadas as razão, junto segue também a ligação à lei das sementes.
Pela Terra, Pelo Futuro

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A Declaração de Viena cresce de dia para dia com novas organizações a subscrever e já foi traduzida para 10 linguas, vejam aquii: http://www.eu-seedlaw.net/

Entretanto o prazo para emendas foi alargado (uma pequena vitória intermédia), por isso temos tempo para enviar missivas para os restantes europarlamentários portugueses que estão nas comissões AGRI e ENVI: (não os coloquem em BCC, para evitar que o email vá parar ao SPAM)

MEP’S PT AGRI:
Capoulas Santos (relator sombra – pelos partidos social democratas) luismanuel.capoulassantos@europarl.europa.eu
Luís Paulo Alves (substituto – socialista) luispaulo.alves@europarl.europa.eu
MAria do Céu Patrão Neves (substituta – cristão democrata) mariadoceu.patraoneves@europarl.europa.eu

MEP’s PT ENVI:
João Ferreira (relator sombra – pelos partidos de esquerda verde) joao.ferreira@europarl.europa.eu
Edite Estrela (membro – socialista) edite.estrela@europarl.europa.eu
Jose Manuel Fernandes (substituto – cristão democrata) josemanuel.fernandes@europarl.europa.eu
Alda Sousa (substituto – BE) alda.sousa@europarl.europa.eu

Segue o email para personalizar ao v. gosto, usando como referência a explicação da lei das sementes , a Declaração de Viena e as sugestões de emendas da Arche Noah):

Exmos.(as) Senhores (as),

Venho apresentar (em nome de… – opcional) as minhas/nossas preocupações com a proposta de lei para a produção e disponibilização no mercado de material de reprodução vegetal [2013/0137 (COD)]. Como está agora, esta proposta ameaça seriamente a preservação e desenvolvimento da nossa agro-biodiversidade, com restrições severas para as pessoas e entidades que produzem e distribuem sementes pertencentes ao domínio público. As pessoas e entidades que não são empresas de sementes ou criadores de plantas com alguma dimensão, vão estar a braços com normas industriais a que as plantas e sementes naturais não podem corresponder e com as as quais agricultores, horticultores, redes de preservação de sementes e pequenos operadores, não podem cumprir sem ameaçar a sua viabilidade administrativa e económica.

Na prática, este regulamento vai contribuir para o desaparecimento das variedades de plantas que hoje são do domínio público e usadas por três quartos dos agricultores e horticultores no mundo, substituindo centenas de milhares de variedades pelas 19.000 variedades industriais neste momento registadas no Catálogo Europeu de Variedades. Estas últimas variedades destinam-se à agricultura intensiva e não têm a variabilidade e potencial evolutivo das plantas e sementes naturais, características que nos protegem contra as ameaças das alterações climáticas, acelerada perda de biodiversidade e consequente perda da segurança alimentar.

Assim, venho/vimos exigir que:

1. As plantas e sementes que são do domínio público, fiquem de fora do âmbito do regulamento, dando prioridade à biodiversidade sobre os interesses comerciais de um grupo de actores restrito que trabalha com sementes e plantas maioritariamente híbridas e protegidas por direitos de propriedade intelectual.
2. O registo e a certificação de variedades de plantas seja opcional e não obrigatória, disponível apenas para quem queira concorrer no mercado específico de sementes certificadas. O registo e a certificação não devem discriminar variedades não industriais.
3. O regulamento se aplique apenas à comercialização de material de reprodução vegetal, e não á sua produção, nem às actividades que não constituam um negócio de sementes e plantas.
4. A exclusão incondicional dos agricultores e horticultores, e dos mercados locais, do âmbito do regulamento.
5. O regulamento deve apenas referir-se às espécies do Anexo I (150), e não a todas as espécies cultivadas, que são cerca de 300.000.
6. A eliminação de quaisquer restrições geográficas, históricas ou quantitativas.
7. A sujeição de quaisquer alterações na lei actual e no regulamento proposto, que impactem a biodiversidade e a livre escolha do agricultor e consumidor, à consulta pública e tomada de decisão por representantes eleitos.

Espero/esperamos que os parlamentários europeus dêem prioridade à preservação e continuado desenvolvimento da nossa agro-biodiversidade, sobre os interesses da indústria de semente, que fornece actualmente apenas 25% das sementes usadas no mundo.

Gostava/gostavamos de dirigir ainda a sua atenção para a Declaração de Viena, proveniente de 27 organizações de agricultores, horticultores e guardiões de sementes da Europa reunidas em Viena, Áustria, no dia 24 de Novembro, ao que todos os dias se juntam mais organizações, e que exigem a garantia dos direitos dos agricultores, horticultores e de todos os colectivos de utilizar, trocar e vender as suas próprias sementes e plantas.

Atentamente,

xxx xxxxx

quintas biológicas / bio farms in Portugal

Ajudem-nos a preencher esta lista com mais quintas…   comentando ou enviando por mail os dados (middleground@gmx.com)
help us fill in this post with more farms

  • Projecto 270

local: Costa Caparica    SITE   voluntariado   Facebook

  • Quinta dos Sete Nomes

local: Colares, Sintra    SITE   voluntariado  Facebook

  • Quinta do Luzio

local: Janas, Sintra   SITE   voluntariado  Facebook

  • Aldeia das Amoreiras

local: Odemira  SITE   voluntariado Facebook

  • Tamera

local: Odemira  SITE Facebook

  • Horta da Bia

http://www.hortadabia.com/contatos/

  • Biodiversus

https://www.facebook.com/biodiversus.agriculturabiologicalda?fref=ts

Quintas Algarvias:
Um grande obrigado Joana

  • Quinta da Fornalha
    local: CASTRO MARIM     SITE
  • Quinta dos Avós

local: ALGOZ        SITE

  • Monte da Casteleja

local: perto de Lagos         SITE
produção de vinho biológico

(…)