Aprovação do milho OGM da Pioneer (nome técnico 1507)

Parlamento Europeu: Milho OGM 1507 da Pionner: 385 Contra a autorização, 201 a favor, 30 abstenções. Resumindo: “Instructs its President to forward this resolution to the Council and the Commission, and to the governments and parliaments of the Member States.http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//NONSGML+MOTION+B7-2014-0007+0+DOC+PDF+V0//EN      EP 7.1.2014 Motion for a resolution

PRÓXIMA ACÇÃO!

Para pressionar os Ministros da Agricultura e do Ambiente a não autorizar o cultivo deste milho foi feita uma carta para se enviar por mail, (clicar no link abaixo para descarregar a versão portuguesa, restantes versões no site http://www.stopthecrop.org/)


arrow327  cartas a enviar a ministérios (.doc)

ogm nao obrigada ;)

Evento no facebook


Como funciona o procedimento legislativo Europeu?

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http://www.consilium.europa.eu/policies/ordinary-legislative-procedure/guide-to-procedure?lang=en Continue reading

Seed Freedom

[ENG] http://www.seedfreedom.eu/en/#.Up_XgzvEtIk.facebook

JOIN THE SEED FOOD FREEDOM CAMPAIGN

[PT] JUNTE-SE À CAMPANHA DAS SEMENTES LIVRES

A nova legislação europeia de “Marketing das Sementes” é uma ameaça à segurança alimentar e à democracia.

Junte-se à Declaração dos Cidadãos Europeus pela Liberdade das sementes e democracia alimentar.

Esta declaração de cidadãos foi lançada dia 2 de Outubro 2013- No aniversário do Ghandi.

Somo relembrados de que no espírito do Ghandi, a desobediência civil é necessária, quando leis injustas põem em risco os nossos bens comuns.

As Sementes são um bem comum. São uma dádiva da natureza e o resultado de séculos de trabalho árduo de agricultores por todo o planeta que seleccionaram, conservaram e reproduziram as sementes. Eles são a fonte da vida e a primeira etapa da nossa cadeia alimentar.

Este bem comum está em perigo.  A legislação europeia tem vindo a gradualmente restringir o acesso às sementes nas últimas décadas, com a agro-indústria tornando-se no modelo dominante da agricultura moderna. Apenas as variedades de sementes que se enquadrem neste modelo poderão vir a ser comercializadas na união europeia. Elas deverão passar por complicados e dispendiosos testes e procedimentos de registo e o seu cultivo a depender de produtos químicos. Esta legislação já reduziu dramaticamente as variedades de sementes, o que ameaça seriamente a nossa segurança alimentar. As sementes já não estão nas mãos de agricultores e jardineiros. Uma mão cheia de corporações/empresas de sementes controlam e monopolizam o mercado global. As mesmas 6 multinacionais controlam: 75% de toda a pesquisa de cultivo e reprodução do sector privado; 60% de todo o mercado de sementes e 76% das vendas de produtos químicos para a agricultura (Grupo ETC).

A nova proposta legislativa europeia está a piorar ainda mais a situação. Ela restringe e reduz ainda mais da biodiversidade agrícola e do livre acesso a sementes por parte dos agricultores e cidadãos, e encoraja as corporações multinacionais de sementes a reclamar direitos exclusivos na comercialização das sementes. Por outro lado sementes que são resistentes a uma grande variedade de pragas e capazes de se adaptarem às alterações climatéricas estão a ser gradualmente excluídas do mercado ou restringidas a nichos de mercado. Esta legislação não só afecta a Europa como também todo o planeta.

Nos rejeitamos com firmeza esta lei do monopólio das sementes. Numa altura que as Nações Unidas reconhecem que o futuro da alimentação é agro-ecológico, diverso e local, a proposta da Comissão Europeia criminaliza as crescentes e vibrantes alternativas baseadas na liberdade das sementes e democracia alimentar. Numa época em que os consumidores estão a optar por alimentos locais, ecológicos, saudáveis, saborosos, nutritivos e sem químicos ou não geneticamente modificados (Não OGM), a proposta de lei das sementes da UE está a roubar a liberdade alimentar aos consumidores. 72% dos alimentos mundiais provêm de pequenas quintas – Não somos um nicho – Somos o futuro!
Faça ouvir a sua voz!

Assine esta petição para:

* Rejeitar a “Lei do Monopólio das Sementes” da Comissão Europeia e exigir o seu direito a ter sementes e uma alimentação saudável, livre de produtos químicos e de produtos geneticamente modificados (OGM).

* No espírito de Ghandi clame por desobediência civil a uma injusta lei das sementes e declare: Não reconheceremos qualquer lei que Ilegitimamente torne as sementes em propriedade exclusiva de corporações multinacionais, contradiga um objectivo maior de conservação e enriquecimento de uma diversidade mais forte que um sistema falhado de agricultura industrial e ignore as alternativas saudáveis que criam comunidades sustentáveis e segurança alimentar em todo o planeta.

 “Enquanto a superstição mantiver estas leis injustas, a escravatura existirá”. Mahatma Gandhi

#seedfreedom
#liberdadedasemente

Cartas a hipermercados (em actualização)

Deixem as vossas ideias (outros temas e/ou formatos de carta) e comentários

Bom dia

Sendo um consumidor preocupado com a proveniência dos produtos, a sua manipulação e produção, fico algo preocupado ao não saber de onde vêm produtos das vossas marcas brancas. Sabendo que existem multinacionais que não cumprem as mais básicas normas éticas e já as ter banido dos meus hábitos de consumo, não sei se as estou a adquirir e inconscientemente ser cúmplice da escravatura, exploração de povos, assassínio de abelhas, disseminação de doenças entre outras.
Um dos produtos de marca branca que consumo, são chocolates, sem os quais também irei passar bem, caso a resposta não seja de acordo com o que gostaria. Seria importante e transparente informar os consumidores da proveniência e produção desses …

Contactos

—E-MAIL

Makro: isabel.caeiro@makro.pt (Comunicação Corporativa e Relações Públicas – Isabel Caeiro)
Jumbo/Auchan: infojumbo@auchan.pt
Jumbo: contacto@jumbo.pt
Pingo Doce: cliente@pingodoce.pt
MiniPreço: info@minipreco.pt
E-Leclerc: geral@loresidis.pt
Intermarché: apoioconsumidorportugal@mousquetaires.com

—FORMULÁRIO
MINIPREÇO-http://www.minipreco.pt/institucional/contactos/
CONTINENTE- http://www.continente.pt/…/generic/pages/Contacts.aspx
PINGO DOCE- http://www.pingodoce.pt/pt/servico-de-apoio-ao-cliente/

—TELEFONE
LIDL- http://www.lidl.pt/cps/rde/xchg/lidl_pt/hs.xsl/5498.htm

Campanha e-mails (prazo alargado até dia 11 de Dezembro) / Emailing campaign (deadline until 11th of December)

CAMPANHA E-MAILS (PRAZO ALARGADO)

O prazo para a discussão da lei das sementes no Parlamento Europeu foi alargado, pelo que temos mais alguns dias para sensibilizar os deputados portugueses envolvidos na discussão, leiam a missiva a enviar, na qual estão explicadas as razão, junto segue também a ligação à lei das sementes.
Pela Terra, Pelo Futuro

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A Declaração de Viena cresce de dia para dia com novas organizações a subscrever e já foi traduzida para 10 linguas, vejam aquii: http://www.eu-seedlaw.net/

Entretanto o prazo para emendas foi alargado (uma pequena vitória intermédia), por isso temos tempo para enviar missivas para os restantes europarlamentários portugueses que estão nas comissões AGRI e ENVI: (não os coloquem em BCC, para evitar que o email vá parar ao SPAM)

MEP’S PT AGRI:
Capoulas Santos (relator sombra – pelos partidos social democratas) luismanuel.capoulassantos@europarl.europa.eu
Luís Paulo Alves (substituto – socialista) luispaulo.alves@europarl.europa.eu
MAria do Céu Patrão Neves (substituta – cristão democrata) mariadoceu.patraoneves@europarl.europa.eu

MEP’s PT ENVI:
João Ferreira (relator sombra – pelos partidos de esquerda verde) joao.ferreira@europarl.europa.eu
Edite Estrela (membro – socialista) edite.estrela@europarl.europa.eu
Jose Manuel Fernandes (substituto – cristão democrata) josemanuel.fernandes@europarl.europa.eu
Alda Sousa (substituto – BE) alda.sousa@europarl.europa.eu

Segue o email para personalizar ao v. gosto, usando como referência a explicação da lei das sementes , a Declaração de Viena e as sugestões de emendas da Arche Noah):

Exmos.(as) Senhores (as),

Venho apresentar (em nome de… – opcional) as minhas/nossas preocupações com a proposta de lei para a produção e disponibilização no mercado de material de reprodução vegetal [2013/0137 (COD)]. Como está agora, esta proposta ameaça seriamente a preservação e desenvolvimento da nossa agro-biodiversidade, com restrições severas para as pessoas e entidades que produzem e distribuem sementes pertencentes ao domínio público. As pessoas e entidades que não são empresas de sementes ou criadores de plantas com alguma dimensão, vão estar a braços com normas industriais a que as plantas e sementes naturais não podem corresponder e com as as quais agricultores, horticultores, redes de preservação de sementes e pequenos operadores, não podem cumprir sem ameaçar a sua viabilidade administrativa e económica.

Na prática, este regulamento vai contribuir para o desaparecimento das variedades de plantas que hoje são do domínio público e usadas por três quartos dos agricultores e horticultores no mundo, substituindo centenas de milhares de variedades pelas 19.000 variedades industriais neste momento registadas no Catálogo Europeu de Variedades. Estas últimas variedades destinam-se à agricultura intensiva e não têm a variabilidade e potencial evolutivo das plantas e sementes naturais, características que nos protegem contra as ameaças das alterações climáticas, acelerada perda de biodiversidade e consequente perda da segurança alimentar.

Assim, venho/vimos exigir que:

1. As plantas e sementes que são do domínio público, fiquem de fora do âmbito do regulamento, dando prioridade à biodiversidade sobre os interesses comerciais de um grupo de actores restrito que trabalha com sementes e plantas maioritariamente híbridas e protegidas por direitos de propriedade intelectual.
2. O registo e a certificação de variedades de plantas seja opcional e não obrigatória, disponível apenas para quem queira concorrer no mercado específico de sementes certificadas. O registo e a certificação não devem discriminar variedades não industriais.
3. O regulamento se aplique apenas à comercialização de material de reprodução vegetal, e não á sua produção, nem às actividades que não constituam um negócio de sementes e plantas.
4. A exclusão incondicional dos agricultores e horticultores, e dos mercados locais, do âmbito do regulamento.
5. O regulamento deve apenas referir-se às espécies do Anexo I (150), e não a todas as espécies cultivadas, que são cerca de 300.000.
6. A eliminação de quaisquer restrições geográficas, históricas ou quantitativas.
7. A sujeição de quaisquer alterações na lei actual e no regulamento proposto, que impactem a biodiversidade e a livre escolha do agricultor e consumidor, à consulta pública e tomada de decisão por representantes eleitos.

Espero/esperamos que os parlamentários europeus dêem prioridade à preservação e continuado desenvolvimento da nossa agro-biodiversidade, sobre os interesses da indústria de semente, que fornece actualmente apenas 25% das sementes usadas no mundo.

Gostava/gostavamos de dirigir ainda a sua atenção para a Declaração de Viena, proveniente de 27 organizações de agricultores, horticultores e guardiões de sementes da Europa reunidas em Viena, Áustria, no dia 24 de Novembro, ao que todos os dias se juntam mais organizações, e que exigem a garantia dos direitos dos agricultores, horticultores e de todos os colectivos de utilizar, trocar e vender as suas próprias sementes e plantas.

Atentamente,

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